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Archive for the ‘Produtos’ Category

Papel semente

Vejam só que beleza! O papel semente chega para inovar. Numa realidade onde o papel não é tão poluente quanto o plástico é muito interessante uma ECOiniciativa como esta, para que ao menos o papel, seja reutilizado de uma forma mais interessante e até mesmo educativa. Veja que bacana! Voce pode fazer convites das suas festas e eventos com o papel que depois disso torna-se uma planta…Isso também é ECOPLANTAR.

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O programa Pequenas empresas grandes negócios de ontem (26/06) trouxe a tona uma exelente reportagem sobre reciclagem. A ECOPLANTAR mais uma vez enfatiza: o importante é que as pessoas  vejam esse tipo de iniciativa e inspirem-se a fazer igual. Foi apresentado no programa o excelente ECOexemplo de uma concessionária de automóveis em Vitória (ES) que ja recebeu ISO 14001,  que é um certificado reconhecido mundialmente e concedido as empresas que apresentam cuidados corretos com relação aos seus resíduos colaborando com a preservação do meio ambiente. O certificado é uma excelente plataforma de marketing para a empresa pois os clientes preferem consumir bens e serviços de empresas ecologicamente corretas. Vale a pena investir nisso!!!

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Aproveitando a carona do dia 5 de junho, que foi dia mundial do meio ambiente, resolvi abordar um assunto muito interessante que mescla design com sustentabilidade, que não adianta negar, é o assunto do momento. É isso mesmo que você está pensando, vou falar um pouquinho sobre ecodesign.

Para quem sempre ouviu, mas nunca teve interesse de saber mais a fundo, vamos as definições.

Segundo nosso amigo dicionário, a palavra sustentabilidade está descrita como a capacidade de ser sustentável. Isso é um pouco óbvio. O ideal mesmo é definir a sustentabilidade frente ao meio ambiente, que vem a ser a capacidade de um indivíduo ou grupo inserir ou extrair algo de um determinado meio, causando o mínimo de impacto àquela região. Esse é um pensamento atual com consequências futuras, é como se fosse uma troca que o ser humano faz com a natureza.

É cada vez maior o número de pessoas e empresas que estão aderindo a esta forma de pensar e assumindo uma identidade mais preocupada, não só com a qualidade do seus produtos e serviços, mas também com a responsabilidade social e a qualidade de vida.

Tendo isso em mente, vamos ao ecodesign, que vem a ser o nome dado às áreas de arquitetura, engenharia e design, que tem como objetivo desenvolver produtos que minimizem o impacto causado ao ambiente, fazendo uso, sempre que possível, de recursos renováveis, ou recursos naturais, cuja reposição ou regeneração é feita de forma frequente pela natureza.

Para exemplificar isso, selecionei algumas fotos de produtos bem bacanas desenvolvidos pela agência Tátil, a mesma agência responsável pelo projeto e criação da marca dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Penboo – Pen Drive feito de bambú

Greencard (cartão de visitas ecológico feito com embalagens tetra pak de leite e sucos).

Convite para workshop feito com semente alada.

Convites feitos com folhas coletadas nas ruas e parques do Rio de Janeiro, feitos para serem vistos contra a luz do sol

fontes:

http://www.tatil.com.br/

http://www.flickr.com/photos/tatil

Tendência #3: O Ecodesign is a post from: Choco la Design

Enviado por Giovanna Simioli – http://utilizablog.wordpress.com/

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Todos sabemos que as garrafas pet são feitas de plástico reciclável. Isso significa que terão outros ciclos, ou seja, se tornarão outros produtos após serem recicladas. Mesmo assim devido a enorme quantidade de garrafas que são produzidas e consumidas no mundo é difícil ter uma coleta seletiva que consiga levar todas as garrafas pet para a industria de reciclagem com 100% de eficácia. Por esse motivo a ECOPLANTAR reutiliza as pets.  No ciclo de existência do plástico o tempo que nós seguramos esse material é de suma importância para o meio ambiente. Depois desse tempo de reutilização, onde garrafas tem nova ocupação, como vasos para nossas mudas, é que serão encaminhadas para industria recicladora, e é isso que vamos conhecer agora: como funciona uma Industria recicladora de pets confira!!!

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Por O Tao do Consumo – http://www.otaodoconsumo.com.br/

Será que o plástico feito com material vegetal é melhor? Em março, a Pepsi divulgou para a imprensa “a primeira garrafa feita 100% a base de plantas, uma garrafa PET feita com fontes renováveis”. Em seguida, a Coca devolveu: “Odwalla, do grupo Coca-Cola é a primeira indústria a comercializar embalagens feitas 100% a base de plantas”. As manchetes seguintes foram ainda mais fortes: “Garrafas da Pepsi: agora sem plástico” (Christian Science Monitor), “Pepsi pressiona mercado com garrafas feitas a base de plantas, uma garrafa 100% sem plástico” (GreenBiz), “Coca-Cola está desenvolvendo garrafas de plástico reciclado e materiais vegetais” (Guardian). No mês passado a Coca-Cola lançou um comercial para sua água mineral Dasani argumentando que a embalagem feita com material vegetal foi desenvolvida para “fazer a diferença”.

Mas, apesar de todo o barulho, as garrafas a base de plantas ainda resultam no velho e conhecido plástico. As empresas simplesmente substituíram combustíveis fósseis (como o petróleo e o gás natural) pelo etanol. E embora o etanol seja renovável e fonte de baixa emissão de carbono, o plástico resultante é quimicamente idêntico ao PET (polietileno tereftalato) ou ao PEAD (polietileno de alta densidade), materiais comumente usados na fabricação de garrafas plásticas. E, uma vez que o material vegetal se torna plástico, eles causam os mesmos impactos ambientais que um plástico feito de combustível fóssil. Ou seja, como não são biodegradáveis, poluem os oceanos e o solo e ainda contaminam os alimentos com químicos que migram da embalagem para o conteúdo interno. “Eles estão simplesmente utilizando plantas para fazer os mesmos polímeros que se encontram em plásticos. Isso não tem efeito nenhum para o meio ambiente”, explica Marcus Eriksen, um dos criadores da 5 Gyres, entidade que estuda a poluição de plástico em áreas como a grande mancha de lixo do Oceano Pacífico.

Eriksen e sua equipe acabam de explorar as cinco maiores correntes do mundo onde o plástico se acumula. Eles acharam plástico se acumulando em várias das ilhas pesquisadas e no estômago de pássaros e peixes mortos que consumiram plástico, pensando se tratar de pequenos peixes ou algas marinhas.

O plástico feito a base de plantas (ou não) prejudica a saúde de humanos da mesma forma. Os perigos de aditivos químicos normalmente usados em sua produção – como ftalatos e bisfenol A – têm sido amplamente divulgados: os dois já foram associados à obesidade, autismo e várias formas de câncer. “Algumas formulas de bioplásticos usam os mesmos tipos de aditivos que os plásticos feitos com petróleo ou gás natural”, reconhece Melissa Hockstad, vice presidente da SPE (The Society of the Plastics Industry), uma associação de indústrias de plástico dos Estados Unidos. “Algumas empresas estão trabalhando para conseguir alternativas” diz Hockstad. A dúvida é: se as empresas “estão trabalhando no desenvolvimento”, esses bioaditivos ainda não existem?


Notícia originalmente publicada no site Slate do Grupo Washington Post em 14 de junho de 2011.


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Que tal, ao invés de jogar no lixo as garrafas PET e sacolas plásticas que consome, utilizá-las como matéria-prima para a locomoção do seu carro? A ideia foi do japonêsAkinori Ito, que não perdeu tempo para coloca-la em prática: com a ajuda da empresa onde trabalha, a Blest, o asiático inventou uma máquina que transforma plástico emgasolinadiesel e, até mesmo, querosene.
Como? Pura química: os objetos plásticos devem ser jogados, limpos, dentro da máquina, que aquece os artigos até eles se dissolverem e, posteriormente, virarem gás. Em seguida, esse gás é encaminhado para um “apêndice” da máquina, que possui água, e é do encontro desses dois materiais que se forma um óleo refinado, capaz de ser usado como combustível veicular.

Segundo Akinori, durante o processo, a máquina não queima o plástico – o que poderia resultar na emissão de um bocado de poluentes nocivos ao meio ambiente e à saúde dos seres vivos – e, sim, o converte a um novo estado físico, utilizando, apenas, calor e eletricidade.

Por enquanto, o aparelho – que, com 1 kg de plástico é capaz de produzir um litro de combustível – está sendo utilizado para apresentações em escolas e eventos ambientais, com a intenção de alertar as pessoas sobre o potencial do lixo que costumamos descartar sem muita cerimônia. Mas a comercialização em grande escala está nos planos da Blest.

Vale lembrar, no entanto, que a invenção japonesa não é perfeita: afinal, a máquina pode resolver o problema do lixo plástico, mas não o da poluição causada pela queima de combustível fóssil.

Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br

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A utilização de lixo e sucatas na confecção de instrumentos musicais experimentais  já não é novidade, mas para o musico  paulista Fernando Sardo,diretor do grupo GEM(Grupo de Música Experimental), maiores possibilidades são possíveis com aquilo que foi descartado. Musicalmente falando é  como se além do universo dos tambores exista também o das melodias e arranjos mais detalhados com sons e suas respectivas notas.

Os componentes do GEM constroem instrumentos musicais com diversos tipos de materiais. Os materiais utilizados são orgânicos, como a cabaça, o bambu, madeira, argila e pedra, ou sintéticos como metal, o plástico, borracha e papel. Com esse materiais pesquisam os tipos de sons e características físicas, para criar fontes sonoras atualmente denominadas de Aerofones, Idiofones, Membranofones e Cordofones, integrado-os as artes plásticas. Em 2003 com o resultado destas pesquisas criaram um único e grande instrumento, uma instalação sonora “O Dessintetizador“ com o qual realizam pesquisas de “novos sons” criação e interpretação musical.

Atualmente o grupo está construindo uma nova instalação sonora e paralelamente fazendo apresentações musicais referente ao lançamento do primeiro álbum “O Dessintetizador” , além de oferecer um trabalho pedagógico-musical de construção de instrumentos musicais alternativos, para todas as idades.

Fonte:

http://www.dgabc.com.br

http://www.gem.mus.br/

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